Born and Raised (ou o porquê de eu gostar tanto do John Mayer)

Nem sei dizer há quanto tempo ouço John Mayer. Acho que o conheci em meados de 2009, mas não tenho certeza. O que sei é que desde o ano passado que ele é presença contínua na lista dos mais tocados do meu iPod. Quando eu passei por um período difícil, eu escutei muito o Continuum. Slow Dancing In a Burning Room virou meu hino diário. John Mayer me entendia, me confortava, me fazia feliz com suas músicas tristes e bonitas (e até mesmo com as engraçadinhas, hehe).

Por isso tudo é que eu fiquei MUITO na expectativa para Born and Raised. Quando o lançamento do álbum foi adiado por causa do granuloma que ele teve, eu fiquei triste. Mas dia desses eu me peguei ouvindo o álbum inteiro no Youtube, e gostaria de fazer algumas considerações:

  • Ele não parece nada com nenhum outro álbum que ele já lançou;
  • Há influências ali que eu nunca pensei que poderia ouvir numa música dele;
  • É um dos melhores discos que ele já fez. (Para mim, perde apenas para o próprio Continuum).

 

São desabafos. Desabafos de um cara que simplesmente cansou do esteriótipo que lhe deram. Desabafos de um cara que só queria poder se reinventar sem soar falso. E ele consegue. É um álbum que fala sobretudo do homem John Mayer, onde ele se mostra arrependido de algumas atitudes que tomou ao longo dos anos. Ele diz querer que Born and Raised evoque nas pessoas o sentimento de um cowboy tranquilo sentado em um campo aberto tocando seu violão perto de uma fogueira. E é isso que ele traz pra mim, exatamente isso. Uma gaita tranquila, um violão suave, uma voz melodiosa. O clipe de Shadow Days é um resumo disso, uma confissão quase vomitada, em que ele diz que “É um bom homem, que passou por um tempo ruim e teve um começo difícil” (tradução livre). É bonito. É puro.

Essa mudança no estilo dele (pra quem estava acostumado com o John Mayer cantador de músicas de amor ou o John Mayer guitarrista de blues, é uma mudança bem brusca) e esse tom confessional me fizeram achar que essas músicas são, sim, convincentes. Você quase se põe no lugar dele.

Obrigada, John, por tardes de trabalho mais divertidas.

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Das coisas bonitas que queria usar nesse inverno

O negócio é o seguinte: eu adoro muito o inverno. O friozinho, os casacões, os cardigãs levinhos e fofos, as botinhas, as fotos com guarda-chuva… *suspiros*. Só é uma pena que nada disso me pertença, hahaha! Aqui em Recife, quando não faz calor, faz chuva. Chuva com calor ou chuva com lama, você escolhe. Então não dá muito pra sair toda montada num look lindo pra voltar pra casa parecendo o Baby depois de brincar na lama.

Sendo assim, meu guarda-roupa (me recuso a escrever guardarroupa, sério) é composto basicamente por peças veranis. Talvez algumas de meia estação, mas é só. Então, já que esse é o meu blog e eu não tenho muito o que fazer, resolvi fazer esse post com roupas lindas e ~tendência~ para esse inverno!

p.s. 1: é só clicar pra foto ficar BEM maior! 😉

p.s. 2: eu tenho um vestido estilo dark floral que comprei na Marisa por uns 40 reais. Veste super bem, mas ele é tão curtinho que só dá pra usar no verão mesmo, hahaha!

p.s. 3: estou desejando fervorosamente uma calça nesse tom vinho (ou borgonha ou burgundy, whatever). PRECISO!!!

Como não amar a Dove?

Desde que a Dove fez a campanha “Dove pela Real Beleza” que eu tenho prestado um pouco mais de atenção neles. Esse vídeo é lindo!

Apenas 2% das mulheres, espalhadas pelo mundo, se acham bonitas.

Hal é um menino de 10 anos. O vídeo mostra as reações das mulheres, gravadas com uma câmera escondida, após um elogio feito pelo garoto.

Para se inspirar!

Testei: Blush Malva (Avon)

Então, faz uns dias que eu comprei esse blush. Na verdade, faz uns anos que eu tentava encomendar ele na revista da Avon, mas sempre tava esgotado! Dessa vez, deu certo.

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Ele tem um tom de rosa queimado muito bonito, e é mate. Eu sou morena, então em mim ele fica bem suave, mas acredito que em meninas mais branquinhas ele deva ficar bem mais “aparecido”. Tem uma pigmentação boa (umas duas passadas para a cor pegar nas minhas bochechas) e a durabilidade é ok: dura de 2h-3h quando eu estou sem primer, quando lembro de passá-lo antes, ele dura em torno de 5h.

Imagem  Imagem

O pincel dele é pequeno, mas é bem usável numa emergência. O blush não esfarela (o que é muito bom) e a embalagem é bonita e bem resistente. Esse espelho grande também quebra um galho.

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detalhe do pincel

E aqui, uma foto dele no meu rosto. Não sei se dá pra ver muito bem, mas ele realmente fica suave, com uma cara de “acordei assim, linda e rosada” hahaha.

relevem a cara de mamona

É isso! Espero que tenham gostado. 🙂

Cinco filmes que me marcaram

Olá!

Bom, esses dias me dei conta que não ando vendo muitos filmes. Eu tento ver pelo menos um a cada final de semana, mas final de semestre é uma correria sem fim, e, quando me dou conta, o domingo à noite já virou segunda de manhã e o tempo acabou… Pensando nisso, resolvi fazer aqui uma listinha dos cinco filmes, que por um motivo ou outro, marcaram a minha vida. Quem sabe assim eu me animo a arranjar tempo para assistí-los mais uma vez, rs.

1. Alice In Wonderland (1951, Disney) 

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Não me lembro de outro filme da Disney que eu tenha assistido na minha infância que não Alice. Lembro que eu adorava, sempre pedia pra minha mãe colocar a fita de novo. Eu sempre gostei muito de coisas meio maluquinhas, meio fantásticas, e, pra mim, esse filme representa bem essas duas coisas. Fora que Alice é o nome feminino mais lindo do mundo! (depois do meu hehehe).

2. Harry Potter and the Sorcerer’s Stone (Warner, 2001)

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Minha história com Harry Potter é longa. Sou apaixonada desde pequena por tudo que remete à saga, acompanhei Harry até o fim… São anos de dedicação aos livros, filmes, notícias. É praticamente uma história de amor, hahaha. O primeiro filme me marcou justamente por ser o primeiro; ver nas telas aquilo que antes habitava apenas a minha cabeça foi delicioso. É um dos filmes que tiveram melhor adaptação para o cinema, e é bem divertido. Vai ficar pra sempre comigo.

3. Donnie Darko (Pandora Cinema, 2001)

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Assisti Donnie Darko pela primeira vez ano passado. É a história de adolescente perturbado, que sofre com alucinações com um coelho gigante que prediz o fim do mundo. Esse filme me marcou por várias coisas. Primeiro, a ambientação. Eu tenho uma fascinação enorme pela década de 80, e há milhares de referências à ela no filme, desde  as músicas ao estilo das pessoas. Depois, Donnie, apesar de notoriamente doente, representa aquela parcela de adolescentes que são deixados de lado por serem diferentes, e tentam dar um sentido à vida numa época em que nada realmente faz muito sentido. É um filme confuso, profundo, e muito bonito. Recomendo.

4. Trainspotting (Channel Four Filmes, 1996)

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Esse também assisti no ano passado. Esse filme é muito pesado. Conta a história de quatro amigos viciados em heroína, de Edimburgo, na Escócia. Moradores de um subúrbio, eles acabam mergulhando no submundo para manter o vício. Aos poucos, vamos assistindo à amizade se deteriorar, até que só o que sobra é a auto-destruição. É triste, mas tem um quê de verdade. E é por isso que me marcou, porque a gente vê esse tipo de coisa nos jornais o tempo todo (com outras drogas, talvez, porém a ideia é a mesma) e eu fico com medo do quão banal esse assunto tem se tornado. É um grito de alerta.

5. The Tree of Life (Fox Searchlight, 2011)

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Esse é um filme que mostra as origens e o significado da vida através dos olhos de uma família da década de 1950 no Texas, tendo temas surrealistas e imagens atráves do espaço e o nascimento da vida na Terra. É visceral ao mostrar a luta interna do pai, que tem o dever de educar os filhos, ao mesmo tempo que precisa ser carinhoso, mas tem dificuldades de demonstrar isso. É bonito mostrar a história do planeta através da família O’Brien. É um filme trabalhoso, acho que deve ser assistido várias vezes para um entedimento completo, mas vale a pena.

É isso, gente. Espero que tenham gostado!

Testando

Hello, stranger!

E lá vamos nós outra vez. Acho que já perdi a conta de quantos blogs eu fiz na vida. Abandonei uns, outros ainda estão por aí… Espero muito que esse dê certo!

Mas deixa eu me apresentar direito: Me chamo Beatriz e tenho 18 anos. Sou estudante de Publicidade, e morro de amores por seriados e fotografia. Creio que esse será um blog de variedades. Coisas que acontecem comigo. Coisas que eu vi acontecer. Coisas que eu quero que aconteçam. Coisas que eu gosto. Coisas que desgosto, talvez. Enfim, aqui vocês vão encontrar de tudo um pouco, mas sempre com um pézinho no meu mundo.

Se quiserem saber mais um pouco sobre mim, é só clicar aqui.

Espero que gostem! E nos vemos logo menos.